Os Vinhos

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Os vinhos QUINTA D'AMARES

Os nossos vinhos brancos são produzidos exclusivamente a partir de uvas selecionadas, e comercializados em quatro variedades: Alvarinho, Alvarinho-Loureiro, Loureiro e Branco Escolha.

A Quinta de Amares, com uma extensão de aproximadamente 50 hectares, situa-se no concelho de Amares, coração da Região Demarcada dos Vinhos Verdes, na pequena aldeia de Sto. André de Rendufe, terra de profundas e históricas tradições religiosas. Contígua ao Mosteiro de Rendufe, a Quinta é exposta a sul, soalheira e sujeita a condições climatéricas únicas.


A conjugação, nesta propriedade, do trinómio solo - clima - casta, permite a produção de um Vinho de excecional qualidade.


Os vinhos QUINTA D'AMARES, concebidos e produzidos segundo os mais altos padrões de excelência e modernidade, carregam um legado de história no seu berço, representado pelo Mosteiro de Rendufe (séc. XI) e o Aqueduto (séc. XVII), património marcante da Quinta de Amares e indissociável da imagem dos vinhos.


Estes jovens Vinhos Brancos, já inúmeras vezes premiados, produzidos em quatro variedades a partir de uvas selecionadas das Castas Loureiro, Alvarinho, Arinto e Trajadura, vão sem dúvida surpreendê-lo e conquistá-lo pelos seus traços muito próprios -cor limão claro, aspeto límpido e brilhante, aroma frutado e harmonioso, sabor macio e ligeiramente seco-.


Vinhos QUINTA D'AMARES
Garrafas dos Vinhos QUINTA D'AMARES | Alvarinho | Alvarinho-Loureiro | Loureiro | Branco Escolha
Vista do Mosteiro de Sto André de Rendufe, na Quinta de Amares
Castas utilizadas nos Vinhos QUINTA D'AMARES

  A casta Alvarinho é uma das mais notáveis castas brancas portuguesas. É uma casta muito antiga mas de qualidade excecional e de baixa produção. Dá origem a vinhos bastante aromáticos, mas que atingem graduações alcoólicas elevadas ainda conservando uma acidez muito equilibrada. Tem um perfil floral e frutado muito caraterístico, com notas de tília, erva-cidreira, madressilva, pêssego, toranja e maçã. É responsável pelo sucesso dos primeiros vinhos portugueses "monovarietais".


  A casta Arinto, também é conhecida como Pedernã ou Arinto de Bucelas, é uma casta de grande nobreza, sendo uma das mais antigas e de mais tradição das cultivadas em Portugal. Uma das suas principais caraterísticas é a sua versatilidade e capacidade de adaptação a diferentes climas e terrenos. Por iso é cultivada em quase todas as regiões vinícolas, e frequentemente utilizada na produção de vinhos de lote nos que se utilizam mais do que uma casta. Os vinhos dela obtidos têm na sua acidez um dos seus maiores trunfos, resultando em vinhos de qualidade, com toques aveludados e aroma frutado, sobressaindo notas minerais, de maçã verde e limão.


  A casta Loureiro é uma das principais responsáveis, nas últimas décadas, pela afirmação nacional e internacional dos vinhos verdes brancos. Sendo originária do vale do rio Lima, atualmente é cultivada em quase toda a região dos Vinhos Verdes. Tal como acontece com o Alvarinho, o Loureiro é uma casta de grande tipicidade, pelo que é usada frequentemente para criar vinhos de casta única ("monovarietais") de elevada acidez e com aromas florais e frutados muito acentuados. Provavelmente seja uma das mais perfumadas das castas portuguesas com notas de loureiro (e daí lhe virá o nome), tília, acácia, laranja e pêssego. Ademais de produzir vinhos monovarietais de excecional qualidade, é também utilizada para criar vinhos de lote (mistura de castas), onde normalmente é combinada com as castas Trajadura e Arinto.


  A casta Trajadura é uma das principais castas recomendadas em grande parte da Região Demarcada dos Vinhos Verdes. Oriunda da Sub-Região de Monção, atualmente o seu cultivo está em grande expansão, devido principalmente à sua boa produção. Dá origem a vinhos com aromas delicados e pouco acentuados, saborosos, mas com tendência a serem desequilibrados. Daí que seja habitual combiná-la com as castas Loureiro e Alvarinho, muito mais perfumadas e afrutadas, para conseguir vinhos de maior teor alcoólico e mais equilibrados.


Produção dos vinhos QUINTA D'AMARES

A adega da QUINTA D'AMARES está apetrechada com a mais moderna tecnologia, estando perfeitamente adaptada às necessidades de produção. O transporte das uvas para a adega é feito num curto espaço de tempo, garantindo deste modo uma elevada qualidade das uvas.


Todos os materiais em contato com o vinho, nomeadamente prensas, cubas de fermentação e armazenagem são em aço inox o que garante que o processo de fermentação decorra de acordo com os mais altos padrões de qualidade.


A fermentação é realizada sob controlo de temperatura (entre 13 e 15ºC), a prensagem é suave de modo que todo o processo decorra da forma mais natural possível, o que permite obter mosto de grande intensidade aromática e vinhos de paladar suave e delicado.


  • Uvas: utilizamos uvas produzidas na Propriedade.
  • Vindima: apanha manual, separando as castas de acordo com o seu estado de maturação.
  • Vinificação: desengasse e prensagem pneumática. Fermentação em cubas de inox com controlo rigoroso de temperatura. Estabilização de frio e filtragem.
  • Estágio: em cubas de aço inox.
Uvas na Quinta de Amares
Vinhas QUINTA D'AMARES
Uvas na Quinta de Amares

O Vinho Verde DOP


É produzido na Região Demarcada dos Vinhos Verdes, no noroeste de Portugal, zona tradicionalmente conhecida como Entre-Douro-e-Minho. Tem como limites a norte o rio Minho -fronteira natural com a Galiza-, a nascente e a sul zonas montanhosas que constituem a separação natural entre o Entre-Douro-e-Minho Atlântico e as zonas do país mais interiores de caraterísticas mais mediterrânicas, e por último o Oceano Atlântico que constitui o seu limite a poente.


Questões de ordem cultural, tipos de vinho, microclimas, encepamentos e modos de condução das vinhas deram origem à divisão da Região Demarcada em nove sub-regiões: Amarante, Ave, Baião, Basto, Cávado, Lima, Monção e Melgaço, Braga, Paiva e Sousa.


Sendo que a tecnologia implicada na sua elaboração é extremamente simples, o Vinho Verde pode considerar-se um produto direto e sem artifícios tecnológicos. Nunca foi mais certa a afirmação que “o vinho é o que for a vinha que o produz", resultando em vinhos únicos no mundo.


De baixo teor alcoólico, o Vinho Verde é um vinho frutado, natural, fresco e fácil de beber, sendo um ótimo aperitivo ou uma excelente escolha em harmonização com refeições leves e equilibradas: saladas, peixes, mariscos, carnes brancas, tapas e outros pratos de comida oriental e internacional.


QUINTA D'AMARES produz duas variedades de Vinhos Verdes DOP (Loureiro e Branco Escolha), e duas variedades de Vinho Regional Minho IG (Alvarinho e Alvarinho-Loureiro).


Conheça todos os detalhes consultando as Fichas Técnicas dos diferentes vinhos QUINTA D'AMARES.

Fichas Técnicas dos Vinhos QUINTA D'AMARES

QUINTA D'AMARES
Alvarinho


QUINTA D'AMARES Alvarinho

  • Vinho Regional Minho Branco IG
  • 100% Alvarinho
  • Teor de álcool: 13% vol
  • Conservar entre 14ºC e 18ºC
  •                 

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QUINTA D'AMARES
Alvarinho-Loureiro


QUINTA D'AMARES Alvarinho-Loureiro

  • Vinho Regional Minho Branco IG
  • 60% Loureiro, 40% Alvarinho
  • Teor de álcool: 12% vol.
  • Conservar entre 14ºC e 18ºC
  •                 

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QUINTA D'AMARES
Loureiro


QUINTA D'AMARES Loureiro

  • Vinho Verde Branco DOP
  • 100% Casta Loureiro
  • Teor de álcool: 11% vol.
  • Conservar entre 14ºC e 18ºC
  •                 
  •                 

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QUINTA D'AMARES
Branco Escolha


QUINTA D'AMARES Branco Escolha

  • Vinho Verde Branco DOP
  • Loureiro (60%), Arinto (25%) e Trajadura (15%)
  • Teor de álcool: 12% vol
  • Conservar entre 14ºC e 18ºC
  •                 

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